Curtume estimula doação interna de medula

Na última quarta-feira (25), mais de 500 funcionários do Curtume Vitapelli de Presidente Prudente se cadastraram como doadores voluntários de medula óssea durante uma campanha realizada no local. Uma equipe da Associação da Medula Óssea (AMEO) veio à cidade para a divulgação e captação de amostras de sangue que serão destinadas ao Banco Nacional do Registro de Doadores de Medula Óssea (Redome). A ação foi motivada após a constatação de leucemia-doença maligna dos glóbulos brancos- em um dos funcionários da empresa, o técnico em curtimento, Alex Lorite, que faleceu vítima da doença no dia 28 de agosto, aos 29 anos. Segundo a voluntária da AMEO, Camila Hnsching Fernandes, também submetida ao transplante autólogo de medula em 2003, mais de 70 % das pessoas com doença que comprometem a produção de sangue pela medula, com leucemias e aplasia de medula óssea, não conseguem a doação através de familiares, por falta de compatibilidade. Nestes casos, a última alternativa é a busca de doares do Banco Nacional. O Redome possui 260 mil pessoas cadastradas, porèm, a chance de encontrar uma medula compatível pode chegar a uma em um milhão. “São mais de três mil pacientes no País à espera de um doador. Quanto maior o número de doadores, mais chances os pacientes terão de ser transplantados. O Brasil possui o pior branco de doadores no mundo. Nova York, por exemplo, possui seis milhões de doadores”, explica Fernandes.
De acordo com o médico hematologista do Hospital Universitário (HU) de Prudente, José Antônio Nascimento Bressa, que junto com outros profissionais da cidade acompanharam a coleta, campanha como a que foi realizada ontem em Prudente possibilitam o aumento de doadores. “Sem dúvida é um serviço de utilidade pública, no entanto, é uma iniciativa que não ocorre com freqüência. Ainda há uma grande dificuldade em conseguir doadores, falta muita informação sobre a importância do transplante e a facilidade de como a doação pode ser feita. È preciso uma grande mobilização, algo que envolva todo o município”, destaca.
Solidariedade Após perder um amigo e companheiro de trabalho, vítima de leucemia, o chefe de setor da empresa Vitapelli, Valnei Roberto Xavieir, decidiu se tornar uma doador de medula óssea. “Infelizmente, às vezes, a gente só dá importância para atitudes como essa na hora que acontece algo triste. Porém, acredito que nunca é tarde. Se mais pessoas tivessem a mesma consciência seria possível salvar muitos pacientes que possuem a mesmo doença”, confessa. A oportunidade de salvar vidas foi que motivou a assistente administrativa, Marcela Cristina Ramos de Oliveira, a também se tornar uma doadora. “Sabia da necessidade de doadores de medula óssea, tinha vontade de ser uma doadora, mas não sabia como. Quando surgiu essa oportunidade na empresa não pensei duas vezes. Hoje estou saindo daqui realizada”, garante.
Fonte: Jornal ‘O Imparcial’ 26/10/06


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